Estádio Olímpico Pedro Ludovico

Construído ao longo de um ano, o Estádio Olímpico foi inaugurada em 3 de setembro de 1941 com uma partida amistosa entre Goiânia e América Mineiro, que terminou com vitória por 2–0 da equipe goiana. Foi o primeiro campo esportivo oficial goianiense, à época com capacidade para dez mil torcedores. A partir da reforma atual, ele passa a comportar 12 mil torcedores.
É o segundo maior estádio da cidade de Goiânia e atualmente segue em ampla reconstrução para sediar jogos em 2015. A área construída é de 23,224 02 metros quadrados, com capacidade para 12.055 cadeiras na arquibancada. Haverá estacionamento no subsolo com 378 vagas.
A estrutura do novo estádio é composta por sanitários, quatro salas de aquecimento, quatro vestiários, dois depósitos de materiais esportivos, sala para exame antidoping, escada e rampa de acesso na entrada principal, campo de Futebol (gramado) e pista de Atletismo (além do atletismo, poderão ser praticados no local outras quatro modalidades de esportes: Arremesso de dardos, de disco, de peso e salto) – 8 raias.

Centro de Treinamento
Vila Olímpica

Exaltada por publicações da década de 60 e 70, a “casa do Goiânia”, Vila Olímpica, sempre foi o orgulho dos dirigentes. Construída para ser o lugar onde o clube formaria os atletas não só para o futebol, mas para o basquete, natação, voleibol e outros esportes, o Centro de Treinamentos do Galo é tido como o grande trunfo dos desportistas do clube.
“A Vila Olímpica é hoje o maior patrimônio que o clube de futebol tem na Capital goiana. Localizada em Aparecida de Goiânia, será reformada para deixar o associado alvinegro em condições de frequentar um clube completo.
Desenvolvida e distribuída pela própria agremiação – a construção da Vila Olímpica servia também para fazer com que o clube tivesse cada vez mais associados, e que estes contribuíssem financeiramente com o clube. Assim, com mais conforto e opções, o Goiânia queria que a torcida se interessasse cada vez mais pelas “coisas” do clube.